Tem relâmpagos e trovões, deve chover, nossa pena foi abrandada, ao menos quanto ao calor que sugere castigo.
Tenho dito, das vibrações que agora chegam interessantes, muito interessantes.
Já não sinto um fluxo de continuidade, nem o compelir para a fatídica e indissociável “ligação”.
Outrossim sinto desconexão, e não faço maiores oposições.
O que era foi, oque é vivemos e o que será é longe mas com os bicos lascívos de proximidade urgente.
Se por excessos nos confundimos não sei !
Se a desconfiança tão gritante tivesse remédios, a cura seria tão desejável quanto a chuva neste dia quente, a mesma que vejo pela janela.
As faces e facetas estão a cada dia se agigantando e as decisões grandes urgem, rugem em mim.
Mas justo quando parece estar tudo certo, vem estes conjugados de ideias sentimentos e estas “vibes estranhas” me fazer ir para longe, ainda que perto.
E sugerem, deixe o tempo, o universo trabalha, e ignora nossa existência.
Fabiano.



Publicado em dezembro 12, 2011
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