E os poemas Fab ?

Quando era uma criança, tinha um blog, um desses primitivos, cujos domínios nem se encontra mais ativo. Nessa época já escrevia, lia e pensava sobre muitos assuntos, característica que levo comigo. Um destes assuntos, destaco: A produção escrita de poemas, curtos, com métodos diversos e um sentimento de necessidade, registro, revelação, de quase alívio pós escrita, me levava a escrever cada vez mais.

Talvez os mesmos monstros e fantasmas daqueles períodos de desbravar com o olhar de menino, estejam revisitando-me como uma criança frente ao mundo, esse tal mundo pós covi19, a pandemia que mobiliza todo o planeta em 2020. ( Se alguém estiver chegando de marte direto para o blog )

Hoje acompanhando as coisas em quarentena, isolamento, ( que não é algo tão excepcional para mim ), Acompanhava um evento literário, me veio a vontade de abrir mão de alguma suposta privacidade que temos. Decidi que volto a publicar em domínios cibernéticos.

Como será ? O formato que vier. É a resposta !

Fab

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Isolamento Social: Entre o tédio dos únicos, a insanidade dos privilegiados e a roleta russa dos excluídos!

Excelente !!!!

Nuevo Blog

Francis Kanashiro Meneghetti¹

A insanidade dos privilegiados

Até agora foi fácil! Até agora foi “mole”, como diz o ditado popular. Essas três semanas de isolamento social foram quase umas “férias forçadas”. Preparamos para ficar em casa. Compramos todos os ingredientes para fazer aqueles pratos que tanto gostamos ou que queríamos aprender a fazer. Baixamos ou compramos os livros que queríamos ler. Fizemos a lista dos filmes que assistiríamos, pois temos Netflix, Net Now, etc. Estamos fazendo cursos online, seja para entretenimento ou para capacitação profissional. Enfim, planejamos as estratégias para ficarmos sozinhos ou com pessoas da família. Criamos condições para isolar nossos amados velhinhos. Aparelhamos nosso local de isolamento para realizar nossos trabalhos de forma remota. Reduzimos nossos “riscos” às situações de encontros com os entregadores de comida, de medicamentos, de, eventualmente, produtos que pedimos pela internet. Com restrições, conseguimos álcool gel, lavamos as mãos quase que compulsivamente, usamos…

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Enap – Escola Nacional de Administração Pública – Quarentena: 156 cursos online e gratuitos da EV.G para fazer em casa

https://enap.gov.br/pt/noticias/quarentena-156-cursos-online-e-gratuitos-da-ev-g-para-fazer-em-casa

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Quantos mortos vamos poder enterrar nos próximos dias por causa dessa pandemia?

Nuevo Blog

Francis Kanashiro Meneghetti¹

Meu avô paterno, Zeferino Meneghetti, era um homem quieto, de poucas palavras. Era frequente vê-lo chorar na frente da televisão, seja assistindo um filme ou vendo o noticiário. Um dia percebi que ele chorava mais pelos que teriam que viver sem seus entes amados do que, necessariamente, pelas vítimas. Meu avô Zéfi (apelido carinhoso dado a ele pelos netos) ensinou-me a chorar.

Meu avô materno, Zenshi Kanashiro, era um homem disciplinado. Tinha horário para acordar, fazer seus alongamentos, estudar estatística para jogar na loteria, ler seu jornal na sua língua natal, tocar o seu sanshin (instrumento de cordas típico de Okinawa). Em uma oportunidade perguntei-lhe como foi a viagem de Okinawa (ilha no extremo sul do Japão) até o Brasil, a quase nove décadas atrás. Disse-me que passou quase quarenta dias em um porão de navio e, praticamente, a única coisa que comia era batata doce…

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TransHumanismo Brasil

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Tópicos ensaio teórico …

 

Um ensaio teórico não exige comprovação empírica baseada em evidências, ou seja, a utilização de dados estatísticos ou outros métodos tradicionais de coleta de dados (entrevistas, questionários, observação, etc), não são relevantes para este tipo de pesquisa (Meneghetti, 2011, p. 326). Ao invés disso, a principal contribuição de um ensaio teórico consiste em considerar de forma conjunta várias peças teóricas separadas e contemplar uma perspectiva integrativa (Sena, 2009, p. 217). Meneghetti (2011, p. 322) comenta que a força do ensaio teórico não esta atrelada ao rigor metodológico da pesquisa, mas sim “[…] na capacidade reflexiva para compreender a realidade”. Ou seja, um ensaio apresenta integração de várias obras distintas e nessa integração visa apresentar uma discussão que ajude o indivíduo a compreender a realidade. Assim, um ensaio teórico objetiva analisar uma variedade de teorias que levam a uma controvérsia entre elas, examinando assim a robustez e plausibilidade dessas teorias confrontando-as (Galor, 1996, p. 1056). Sena (2009, p. 224) comenta que a principal contribuição do ensaio como técnica de pesquisa consiste na apresentação de uma nova perspectiva conceitual, baseada em um aparato qualitativo-analítico, ou seja, o ensaio teórico contribui para os estudos científicos por utilizar o suporte teórico para conceber uma perspectiva qualitativa alternativa para a literatura. Conforme Barney (2001, p. 643), a parte mais difícil na elaboração de um ensaio teórico talvez seja um posicionamento de um argumento relativo à literatura percebida por parte do pesquisador. Portanto, Barney (2001, p. 643) comenta que não há uma melhor maneira para 5 http://www.congressousp.fipecafi.org posicionar um ensaio teórico, por conta da subjetividade existente na escolha do pesquisador pelo objeto pesquisado, “[…] e qualquer que seja a escolha feita em relação posicionamento envolve necessariamente enfatizar algumas percepções à custa de outras”. Por fim, no ensaio teórico a orientação da pesquisa não é dada necessariamente pela busca de respostas e afirmações verdadeiras, mas sim pelo delineamento de perguntas que orientam os sujeitos para reflexões mais profundas (Meneghetti, 2011, p. 321). Sendo assim, no corpo do ensaio teórico, para cada conceito ou teoria apresentados, serão delineadas questões relacionadas.

Fonte 

https://congressousp.fipecafi.org/anais/Anais2019_NEW/ArtigosDownload/1360.pdf  ( p4, p5) 

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Conheça a música que reduz sua ansiedade em até 65%

 

Neuroscience Says Listening to This Song Reduces Anxiety by Up to 65 Percent | Inc.com

Neuroscience Says Listening to This Song Reduces Anxiety by Up to 65 Percent Sure to both stir your soul and calm your nervous system.

Aqui o estudo:  https://www.inc.com/melanie-curtin/neuroscience-says-listening-to-this-one-song-reduces-anxiety-by-up-to-65-percent.html

A  música:  https://www.youtube.com/watch?v=UfcAVejslrU

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Stalker, de Andrei Tarkóvski

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Lacan e a estrutura do inconsciente.

: Lacan e a estrutura do inconsciente…
https://amenteemaravilhosa.com.br/biografia-de-jacques-lacan/
Durante sua vida, Lacan foi um defensor fiel do estruturalismo freudiano. Ao longo de sua carreira, focou no desenvolvimento da teoria do inconsciente estruturado a partir da linguagem. Você conhece seus postulados sobre o discurso do ‘outro’?

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Rubem Alves –

“Ostra feliz não produz pérola”

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Sapiens Uma Breve História da Humanidade

https://rl.art.br/arquivos/6106221.pdf?1504713449

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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“Quando o mundo estiver unido na busca do conhecimento, e não mais lutando
por dinheiro e poder, então nossa sociedade poderá enfim evoluir a um novo
nível.”
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Democratic Transhumanism 2.0

Democratic Transhumanism 2.0

James Hughes Ph.D.

Public Policy Studies

71 Vernon St.

Hartford, CT 06106

860-297-2376

james.hughes@trincoll.edu

An earlier, but substantially different, version of this essay was published in Transhumanity, April 28, 2002

version française

Abstract

Biopolitics is emerging as an axis of modern politics alongside economic politics and cultural politics. Transhumanists, people who embrace technologies that extend and enhance regardless of their effect on “natural” life spans, limitations or social institutions, are the progressive end of the new biopolitical continuum. BioLuddites, who call for bans on technologies that threaten the “natural,” are conservative end of the new biopolitics.

But biopolitics only complicates the preexisting political landscape, they doesn’t supplant it. There are Christian fundamentalists, centrists and socialist-feminists forming alliances to to oppose human genetic engineering and nanotechnology. But the transhumanists are, so far, much less diverse, mostly adhering to one or another flavor of libertarianism. Democratic transhumanists, pro-scitech social democrats or Left technoutopians are conspicuously absent from their theoretical niche in this new political landscape. This essay is an attempt to identify democratic transhumanists and urge their coalescence.

Democratic transhumanism stems from the assertion that human beings will generally be happier when they take rational control of the natural and social forces that control their lives. Faith in science and democracy was more closely linked in the seventeenth, eighteenth and nineteenth centuries, and technoutopian radicals dominated its shadow, the romantic Left Luddites. Since World War Two however Luddism has superceded technooptimism on the Left, while libertarians have become the leading champions of technology. Luddism has also risen to ascendence in Western bioethics, which has a professional interest in fear-mongering about new technologies. President Bush’s new Bioethics Commission and the struggle over embryo use in research makes clear the increasingly important role that bioethicists will play in the emerging biopolitics.

I argue why democrats should embrace science, technology and transhumanism: (1) left Luddism inappropriately equates technologies with the power relations around those technologies; democratic technology policy requires an acknowledgement of the potential benefits of technology, not simply a futile effort to slow all technological innovation. (2) Technology can help us transcend some of the fundamental causes of inequalities of power. (3) Left Luddism is boring and depressing; it has no energy to inspire movements to create a new and better society.

Then I argue that the libertarian transhumanists need to engage with democracy since (1) state action is required to address catastrophic threats from transhumanist technologies; (2) only believable and effective state-based policies to prevent catastrophic consequences from new technologies will reassure skittish publics that they do not have to be banned; (3) social policies must explicitly address public concerns that biotechnology will exacerbate social inequality; (4) monopolistic practices and overly restrictive intellectual property law can seriously delay the development of transhuman technologies, and restrict their access; (5) only alliances with other cultural and biological minorities, and a strong liberal democratic society and state can ensure that posthumans are not persecuted; and (6) libertarian transhumanists are inconsistent in arguing for the free market on the grounds of its evolved “naturalness” when transhumanists are champions of the artificial.

Finally, I present a eleven-point program for democratic transhumanists: (1) Build the transhumanist movement, (2) Guarantee morphological freedom and bodily autonomy, (3) Defend scientific research from Luddite bans, while embracing legitimate safety and efficacy regulations, (4) Protect scientific access to knowledge from overly aggressive intellectual property law, (5) Expand federal funding for research into transhuman technologies, (6) Create national health plans which include transhuman tech, (7) Expand federal support to education, (8) Provide job retraining and an income to the structurally unemployed, (9) Solidarize with sexual, cultural, and racial minorities, especially with morphological minorities such as the disabled and transgendered, (10) Support rights for Great Apes, dolphins and whales, (11) Strengthen democratic world government.

Politics of the 21st Century

Political movements in the industrialized world in the 20th century have been defined by two broad axes, economic politics and cultural politics. Economic conservatives are generally opposed to the social welfare state, trade unions, taxation, business regulation and economic redistribution. Economic progressives generally favor all these measures. Cultural conservatives are generally nationalists, ethnic chauvinists or racists, religious conservatives, and opponents of women’s equality, sexual freedom and civil liberties. Cultural progressives are secular, educated, cosmopolitan, and supporters of civil liberties and minority rights. Being situated along one of these dimensions has predicted well one’s position on a variety of other issues on that dimension, but has not predicted well one’s position on the other axis. The issues within each axis have developed an ideological consistency that held them together.

In Table One below, movements and parties can be parsed into one corner or another of the terrain, or the many points in between.

The emergence of biotechnological controversies, however, is giving rise to a new axis, not entirely orthogonal to the previous dimensions but certainly distinct and independent of them. I call this new axis biopolitics, and the ends of its spectrum are transhumanists (the progressives) and, at the other end, the bio-Luddites or bio-fundamentalists. Transhumanists welcome the new biotechnologies, and the choices and challenges they offer, believing the benefits can outweigh the costs. In particular, they believe that human beings can and should take control of their own biological destiny, individually and collectively enhancing our abilities and expanding the diversity of intelligent life. Bio-fundamentalists, however, reject genetic choice technologies and “designer babies,” “unnatural” extensions of the life span, genetically modified animals and food, and other forms of hubristic violations of the natural order. While transhumanists assert that all intelligent “persons” are deserving of rights, whether they are human or not, the biofundamentalists insist that only “humanness,” the possession of human DNA and a beating heart, is a marker of citizenship and rights.

The biopolitical spectrum is still emerging, starting first among intellectuals and activists. Self-described “transhumanists” and “Luddites” are the most advanced and self-conscious of an emerging wave of the public’s ideological crystallization. We are at the same place in the crystallization of biopolitics as left-right economic politics was when Marx helped found the International Workingmen’s Association in 1864, or when the Fabian Society was founded in England in 1884: intellectuals and activists struggling to make explicit the battle lines that are already emerging, before popular parties have been organized and masses rallied to their banners.

The new biopolitics will not supplant the older political axes, but rather will another dimension of complexity to contemporary politics. As in Figure 2 below, we will find biopolitical alliances that crosscut all of our previous alliances, and various amalgams of biopolitics with economic and cultural conservatism.

A peculiarity of current biopolitics however is that while bio-conservatives have formed alliances from right to left to oppose cloning, stem cell research, genemod food, and other biotech innovations, until very recently the majority of transhumanists have been libertarians. As a consequence, issues of equality and solidarity get scant attention from defenders of biotechnological choice and progress. This essay is an attempt to address that gap, and to argue for a “democratic transhumanism.” Democratic transhumanism is more than a missing permutation of political ideas, but also the natural extension of the ideas of the Enlightenment, and the rationalist and radical democratic tradition it birthed.

Democratic Transhumanism

Democratic transhumanism stems from the assertion that human beings will generally be happier when they take rational control of the natural and social forces that control their lives. This fundamental humanistic assertion has led to two intertwined sets of Enlightenment values: the democratic tradition with its values of liberty, equality, solidarity and collective self-governance, and to the belief in reason and scientific progress, that human beings can use reason and technology to improve the conditions of life.

Within the democratic tradition there are many variants emphasizing various combinations and interpretations of liberty, equality and solidarity. The new Right represents the most minimal interpretation of the democratic mandate, rejecting any extension of liberty, equality or solidaristic social policies. The libertarian tradition seeks to expand personal and economic liberty, but to the exclusion of social policies to ameliorate inequality or democratize economic power.

The fullest interpretation of the democratic ideals of liberty, equality and solidarity is found in the social democratic tradition. As Amartya Sen has ably argued, true freedom for real people (as opposed to abstract Lockeian free men) requires access to health care, universal education, and the amelioration of social inequality. Social democracy pursues economic equality, the democratic control of economic forces, and solidaristic social policies, as well as personal and civil liberties and minority rights. The struggle for the most radical interpretation of democracy, of a deepening of liberty, equality and solidarity, is expressed in modern social democracy.

Technoutopianism and the Left

The other strain of the Enlightenment, the belief in science, reason and human progress, has been a natural complement at the philosophical level to the democratic tradition. Science and democracy are the right and left hands of what Marx called the move from the realm of necessity to the realm of freedom. The advances in science helped delegitimate the rule of kings and the power of the church.

Nineteenth century socialists, feminists and democrats were therefore also generally champions of reason and science. Technoutopianism, atheism, and scientific rationalism have been associated with the democratic, revolutionary and utopian left for most of the last two hundred years. Radicals like Joseph Priestley pursued scientific investigation while championing democracy and freedom from religious tyranny. Robert Owens, Fourier and Saint-Simon in the early nineteenth century inspired communalists with their visions of a future scientific and technological evolution of humanity using reason as its religion. The Oneida community, America’s longest-lived nineteenth century “communist” group, practiced extensive eugenic engineering through arranged breeding. Radicals seized on Darwinian evolution to validate the idea of social progress. Bellamy’s socialist utopia in Looking Backward, which inspired hundreds of socialist clubs in the late nineteenth century U.S. and a national political party, was as highly technological as Bellamy’s imagination. For Bellamy and the Fabian Socialists, socialism was to be brought about as a painless corollary of industrial development.

Marx and Engels saw more pain and conflict involved, but agreed about the inevitable end. Marxists argued that the advance of technology laid the groundwork not only for the creation of a new society, with different property relations, but also for the emergence of new human beings reconnected to nature and themselves. At the top of the agenda for empowered proletarians was “to increase the total productive forces as rapidly as possible.” The nineteenth and twentieth century Left, from social democrats to Communists, were focused on industrialization, economic development and the promotion of science, reason and the idea of progress.

The Estrangement of Technology and the Left

So why did these two strains of thought become estranged in the late 20th century? Why are so many contemporary social democrats, feminists, and Greens suspicious and hostile to biotechnologies, computers and science in general? The answer probably starts with the left-romantic traditions that grew up in reaction to modern technology. William Morris’ pastoralist visions of a deindustrialized socialism, Luddite machine-wrecking by the proto-worker’s movement, and absorption into pseudo-science, spiritualism and back-to-land communalism by bohemian radicals were all reactions to capitalism. The romantics and Luddites associated technology with capitalism, and thought that they could create a healthier, more egalitarian society only by fighting the new technologies. In fact, in the Communist Manifesto Marx and Engels specifically warns against clerical, aristocratic and petit-bourgeois socialists who advance pastoralism and pre-industrial production as the cure to social ills.

But it wasn’t until World War Two that the generally tight association of the Left with science, technology and reason began to be superceded by the romantic tradition. Left interest in re-engineering the nature of Man was silenced by Nazi eugenics. The gas chambers revealed that modern technology could be used by a modern state for horrific uses, and the atomic bomb posed a permanent technological threat to humanity’s existence. The ecological movement suggested that industrial activity was threatening all life on the planet, while the anti-nuclear power movement inspired calls for renunciation of specific types of technology altogether. The counter-culture attacked positivism, and lauded pre-industrial ways of life. While the progressives and New Dealers had built the welfare state to be a tool of reason and social justice, the New Left joined cultural conservatives and free-market libertarians in attacking it as a stultifying tool of oppression, contributing to the general decline in faith in democratic governments.

Intellectual trends such as deconstruction began to cast doubt on the “master narratives” of political and scientific progress, while cultural relativism eroded progressives’ faith that industrialized secular liberal democracies were in fact superior to pre-industrial and Third World societies. As the Left gave up on the idea of a sexy, high-tech vision of a radically democratic future, libertarians became associated with technological progress. Techno-enthusiasm on the Left was supplanted by pervasive Luddite suspicion about the products of the corporate consumerist machine. Celebrating technology was something GE and IBM did in TV ads to cover up their complicity in napalming babies. Activists fight the machine.

Bioethics, Technology and Democratic Values

During this period, philosophers and theologians began to address themselves to emerging ethical issues in medicine and biological research, giving birth to the field of bioethics. Although many of the early participants in the field were motivated by theology, the field quickly adopted a set of secular, liberal democratic values and principles as their basic consensual starting place. Most notably, Beauchamp and Childress have argued for the now broadly popular core bioethical principles of autonomy, justice and beneficence, which are direct corollaries of liberty, equality and solidarity.

In the seventies, countering the pervasive hysteria about in vitro fertilization and genetic engineering, and the theological warnings about playing God, there were occasional secular humanist voices such as John Fletcher who argued that humans have a right to control their own genetics. But the focus of most bioethicists’ attention was on protecting patients from unethical scientific research and overly aggressive applications of end-of-life care, protecting the public from science and technology rather than securing their rights to it. As bioethics matured it became clear that professional bioethicists gained far more traction by exacerbating the public’s Luddite anxieties than by assuaging them. If cloning is really just the creation of delayed twins, and not a profound threat to everything we hold dear, who is going to fund bioethics conferences to address it, and empower bioethicists to forbid scientific research into cloning?

Today most bioethicists, informed by and contributing to the growing Luddite orientation in left-leaning arts and humanities faculties, start from the assumption that new biotechnologies are being developed in unethical ways by a rapacious medical-industrial complex, and will have myriad unpleasant consequences for society, especially for women and the powerless. Rather than emphasizing the liberty and autonomy of individuals who may want to adopt new technologies, or arguing for increased equitable access to new biotechnologies, balancing attention to the “right from” technology with attention to the “right to” technology, most bioethicists see it as their responsibility to slow the adoption of biotechnology altogether.

Bioethics is proto-biopolitics. As public debate and biopolitical ideologies crystallize and polarize, bioethicists will increasingly be revealed as partisan activists rather than experts applying universally accepted ethical principles. In fact, the mask has already seriously slipped. While President Clinton’s Presidential Bioethics Commissison was broadly representative of academic bioethics, the political design of President Bush’s Bioethics Commission is quite naked. Bush chose Leon Kass as Grand Vizier of his committee, a man who is opposed to every intervention into human reproduction from in vitro fertilization to reproductive cloning, capping the ascendance of Luddism in bioethics. Kass in turn stacked the committee with both conservative bioethicists, such as Mary Ann Glendon and Gilbert Meilander, and conservatives with little or no connection to academic bioethics, such as Francis Fukuyama and Charles Krauthammer. The current campaign of the Bush administration and Kass’ committee is to criminalize the use of embryos and embryo cloning in research.

Although the backbone of opposition to stem cell research using embryos research comes from the right-to-life movement, the Christian Right has been joined by the Left bio-Luddites. Jeremy Rifkin, long a gadfly organizing left-right coalitions to oppose gene patenting, cloning and surrogate motherhood, distributed a petition in March which was signed by more than a hundred prominent bioethicists and progressive activists implicitly endorsing the Republican-backed Brownback legislation in Congress to criminalize medical research using embryos. Fortunately, the coalition in support of embryo cloning research quickly contacted many of the signers and discovered they had no idea that they had endorsed the criminalization of medical research. Now pro- and anti-embryo cloning petitions for progressives and conservatives have proliferated, making clear both that biopolitics is orthogonal to the pre-existing political landscape, and that bioethics is increasingly a political, not merely academic, exercise.

Why Democrats Should Embrace Transhumanism

Luddism is a political dead-end for progressive politics. Progressives must revive the techno-optimist tradition if they want to achieve the goals of furthering liberty, equality and solidarity.

First, left Luddism inappropriately equates technologies with the power relations around those technologies. Technologies do not determine power relations, they merely create new terrains for organizing and struggle. Most new technologies open up new possibilities for both expanded liberty and equality, just as they open new opportunities for oppression and exploitation. Since the technologies will most likely not be stopped, democrats need to engage with them, articulate policies that maximize social benefits from the technologies, and find liberatory uses for the technologies. If biotechnology is to be rejected simply because it is a product of capitalism, adopted in class society, then every technology must be rejected. The mission of the Left is to assert democratic control and priorities over the development and implementation of technology. But establishing democratic control over technological innovation is not the same as Luddism. In fact, to the extent that advocates for the democratic control of technology do not guarantee benefits from technology, and attempt to suppress technology altogether, they will lose public support.

Second, technology can help us transcend some of the fundamental causes of inequalities of power. Although we will never eliminate inequalities of intelligence and knowledge, the day is not far off when all humans can be guaranteed sufficient intelligence to function as active citizens. One of the most important progressive demands will be to ensure universal access to genetic choice technologies which permit parents to guarantee their children biological capacities equal to those of other children. Technologically assisted birth, eventually involving artificial wombs, will free women from being necessary, vulnerable vessels for the next generation. Morphological freedom, the ability to change one’s body, including one’s abilities, weight, gender and racial characteristics, will reduce body-based oppressions (disability, fat, gender and race) to aesthetic prejudices.

Third, Left Luddism is boring and depressing; it has no energy to inspire movements to create a new and better society. The Left was built by people inspired by millenial visions, not by people who saw a hopeless future of futile existential protest. Most people do not want to live in a future without telecommunications, labor-saving devices, air travel and medicine. The Next Left needs to rediscover its utopian imagination if it is to renew itself, reconnect with the popular imagination, and remain relevant. The Next Left needs visionary projects worthy of a united transhuman world, such as guaranteeing health and longevity for all, eliminating work, and colonizing the Solar System.

Why Transhumanists Should Embrace Democratic Values

What reasons can we mobilize to convince generally libertarian transhumanists to embrace egalitarianism, majority rule and the social welfare state? The best argument would be a proof that social democracy maximizes social welfare better than the chimerical unfettered free-market. But this is also the most difficult argument, since it weighs actual existing states against as yet unobserved perfect markets. Of course, the democratic Left is not immune to this style of argument either, pitting actual existing capitalisms against idealized democratic socialisms. Unfortunately, when both sides restrict themselves to empirical comparisons of states and social policies there are too many mitigating circumstances to come to many conclusions other than that the complete elimination of markets or of states do not generally work very well. Political convictions are largely a matter of faith.

What then of arguments from within the transhumanist worldview?

First, state action is required to address catastrophic threats from transhumanist technologies. Most transhumanists acknowledge that nanotechnology, genetic engineering and artificial intelligence could cause catastrophes if used for terrorist or military purposes, or accidentally allowed to reproduce in the wild. Contemplation of these catastrophic scenarios has led prominent transhumanists, such as Max More the founder and president of the Extropy Institute, to move away from libertarianism and to endorse prophylactic government policies. Requiring nanotechnology firms to take out insurance against the accidental destruction of the biosphere just isn’t very practical. What insurance policy covers accidental destruction of the biosphere? How could the externalities of bioterrorism be internalized into a cost accounting of a gene therapy firm? Only governments are in a position to create the necessary levels of prophylaxis, and most transhumanists can agree on this point.

Second, only believable and effective state-based policies to prevent adverse consequences from new technologies will reassure skittish publics that they do not have to be banned. Because of the weakness of social democracy in the U.S., current technology policy is dominated by ignorant hysteria on one side and greed on the other, politicians feeding off of populist Luddite hysteria and corporate anti-regulatory lobbyists. Publics must be offered a choice other than that of unfettered free-market technology versus bans. If transhumanists do not acknowledge the legitimacy of regulation, and attempt to craft and support responsible legislation, they cede the field to the Luddites. These choices require strong social democratic governments, such as those of Europe, that can act independent of corporate interests and vocal extremists. We need a strong social democratic regulatory apparatus that does not block transhuman technologies for Luddite reasons, but that also will ensure that transhuman technologies are safe and effective. The case of cryonics shows how spectacular frauds or iatrogenic disasters can set back acceptance of transhuman technology altogether. Human enhancements must be proven safe before being used, but not held hostage to vague Luddite anxieties.

Third, social policies must explicitly address public concerns that biotechnology will exacerbate social inequality. Libertarian transhumanists have a forceful answer to the challenge that biotechnology will be used for totalitarian applications: in a liberal society, each individual will choose for themselves whether to adopt the technologies. But what is their answer to the threat of growing class polarization? Biotechnologies will make it possible for the wealthy to have healthier, stronger, more intelligent and longer-lived children. Overcoming popular resistance to technology will require not only assuring publics that they are safe and will not be forced on anyone, but also that there will be universal, equitable access to their benefits through public financing. In other words, genetic choice and enhancement technologies must be included in a national health insurance program.

Nanotechnology and artificial intelligence will also exacerbate inequality by contributing to structural unemployment through automation. Work will be increasingly unnecessary in the 21st century. If techno-optimists do not work to ameliorate structural unemployment through expansions in the welfare state, job retraining, establishing a shorter work-week and work-life, and a guaranteed social income, then we are likely to see the return of old-school Luddism, machine-smashing by the unemployed.

Fourth, monopolistic practices and overly restrictive intellectual property law can seriously delay the development of transhuman technologies, and restrict their access. Applications of intellectual property law that are over-generous to corporations may restrict access to information and tools in ways that slow innovation. By engaging with law and public policy, transhumanists can protect the public commons in biomedical information essential to the advance of science.

Fifth, only a strong liberal democratic state can ensure that posthumans are not persecuted. The posthuman future will be as threatening to unenhanced humans as gay rights or women’s liberation have been to patriarchs and homophobes, or immigrant rights are to nativists. While libertarian transhumanists may imagine that they will be able to protect themselves if they are well-armed and have superior reflexes, they will be severely outnumbered. Nor is civil war an attractive outcome. Rather transhumanists must understand their continuity with the civil rights movements of the past and work to build coalitions with sexual, cultural, racial and religious minorities to protect liberal democracy. We need a strong democratic state that protects the right of avantgarde minorities to innovate and experiment with their own bodies and minds.

Transhumanists must also come to some terms with congenial wing of the animal rights movement since, like animal rights, transhumanism is opposed to anthropocentrism. But rather than rights for all life, transhumanist ethics seeks to establish the solidarity of and citizenship for all intelligent life. Transhumanists look forward to a society in which humans, post-humans and intelligent non-humans are all citizens of the polity. Consistent with this would be the demands of the Great Ape Project for an extension of human level protections to the great apes.

Sixth, libertarian transhumanists are inconsistent in arguing for the free market. The dominant argument for the free market on the part of libertarian transhumanists comes from Hayek: that the market is a naturally evolved, emergent phenomenon without conscious guidance, which allocates resources better than planning. But the goal of transhumanism is precisely to supplant the natural with the planned, replacing chance with design. The key to transhumanism is faith in reason, not in nature.

In any case, the assertion that the market s naturally evolved while governance structures and polities are artificial impositions on nature is bad sociology. All functioning markets require norms, rules, laws, legislatures, police, courts and planning. All democratic polities require the action of millions of autonomous agents aggregating their interests, expressing themselves in voluntary behavior, and creating an emergent political system. The market is not any more natural than democracy, even if being “natural” was a transhumanist virtue.

Weaving a New Democratic Transhumanism

Lesbians, Gays, Bisexuals and Transhumanists

At the 2003 Transvision conference Vanessa Foster, the chair of the National Transgender Acton Coalition, took the podium in the “The Future of Sex and Gender” workshop and announced that she was a pre-operative transsexual. Her presentation was built around the theme of the village mob’s attack on a misunderstood Frankenstein’s monster. Between images of beautiful transsexuals and stills from Frankenstein movies, Ms. Foster declared that transsexuals were the first transhumanists. As history we can debate the point, but as politics it was an historical moment. Transhumanism as a vanguard civil rights movement had arrived, and the stunned but open expressions on the faces of the largely straight male audience showed the work that transhumanists still needed to do to reach out to the disparate constituencies that will build democratic transhumanism.

There are many constituencies and ideological threads that need to woven into democratic transhumanism. First among them there are the disparate movements working to deepen our understanding of human rights to include the rights to control the body, such as transsexuals, the shock troops of transhumanism. Reproductive rights activists, who insist that women have subsidized access to reproductive and contraceptive technology, are natural allies of a democratic transhumanism. Although many feminists have been influenced by ecofeminist bioLuddism and left Luddite arguments about the danger of corporate technology, there is a broader feminist constituency that sees no contradiction between women’s empowerment and using technology to expand their control over their lives. Only a democratic transhumanism, which embraces the need for safety regulation, can respond adequately to the legitimate concerns about the dangers flags about medical technology raised for feminists by spectacular disasters like hormone replacement therapy.

An ideological thread that has grown in academia for the last twenty years, inspired by left feminists’ rejection of ecofeminist bioLuddism, is found in the cyborgology of Donna Haraway. In 1984 Donna Haraway wrote “A Manifesto for Cyborgs: Science, Technology, and Socialist Feminism in the 1980s,” as a critique of ecofeminism, and it landed with the reverberating bang of a hand grenade. Haraway argued it was precisely in the eroding boundary between human beings and machines, in the integration of women and machines in particular, that we can find liberation from the old patriarchal dualisms. Haraway concludes “I would rather be a cyborg than a goddess,” and proposes that the cyborg is the liberatory mythos for women. Haraway’s essay and subsequent writings have inspired the new sub-discipline of “cyborgology” or “cyberfeminism,” made up of culture critics who use the cyborg metaphor and the postmodernist questions Haraway poses to explore the woman-machine interface. As yet there has been little cross-pollination between the left-wing academic cyborgologists and the transhumanists, but the mutual recognition and ties are growing.

Gays, lesbians and bisexuals are also natural allies of democratic transhumanism since the right to control one’s own body means being able to share it with other consenting adults. The alleged natural law philosophers attacking gay rights and gay marriage are deploying the same arguments against human enhancement, and when they attack gays and lesbians’ use of reproductive technology they provide a natural link issue. While in-vitro fertilization allows lesbians to have children without having sex with a man, cloning would allow them to have a child related to only one parent. Work on fertilizing eggs with the DNA from another egg, or replacing egg DNA with sperm DNA, would allow gay parents to both have a genetic link to their children.

One activist who saw that link and ran with it is veteran gay rights activist Randy Wicker. Wicker was one of the first gay rights campaigners to go on radio and television in the early 1960s, and he was active in gay rights in New York City till the 1990s. Then in 1996, when an international backlash started against the cloning of the sheep Dolly in Scotland, Wicker had an epiphany. He saw that the right to clone was a fundamental reproductive rights issue and gay rights issue since “Cloning renders heterosexuality’s historic monopoly on reproduction obsolete.” Wicker started the Clone Right United Front with other gay rights activists, then co-founded the Human Cloning Foundation, and has become a national spokesman on cloning as a reproductive right.

Wicker is fighting an uphill battle trying to fight the hysterical opposition, especially in light of the many birth defects that still plague mammal clones. But he is beginning to have some progress convincing gay activists, such as Chandler Burr, author of A Separate Creation: The Search for the Biological Origin of Sexual Orientation, who acknowledges that cloning and reproductive technology would allow gay couples to have children that were related to only one or both of their parents, and therefore poses a profound challenge to heterosexism. “It takes us another degree further from the idea that babies are produced only by two heterosexual people having heterosexual intercourse.”

Another enormous constituency for democratic transhumanism are the millions of people that are made criminals by laws against cognitive liberty, i.e. laws against illicit drugs. Drugs are of course a significant public health problem, but the Drug War only makes that problem worse, while it diverts resources from vital social needs. If people’s use of drugs makes them sick, they should be cared for by the health care system, not by a prison. But our drugs and other brain control technologies will only become more complex, and the technologies of surveillance and repression more powerful. A society that denies us the right to put cannabis in our brain is a society more likely to deny us a right to the many intelligence and mood modifiers that will soon be available. Instead of allowing individuals to use brain technology in self-determining ways, and helping those who have problems, the Drug War is increasingly threatening to use brain technology as a weapon of control. For instance, the emerging lines of drug vaccines are not simply developed as voluntary tools for people trying to kick addictions, but as preventive measures that businesses can require their employees to take, allow with regular drug testing. A far better use of public monies, as transhumanist David Pearce proposes in “The Hedonistic Imperative,” would be to develop better drugs with fewer health risks. Ironically, after warning of the anti-democratic consequences of mass intoxication in Brave New World, Aldous Huxley came to the opposite conclusion toward the end of his life, after a positive experience with mescaline. In Doors of Perception he writes “The only reasonable policy is to open other, better doors in the hope of inducing men and women to exchange their old bad habits for new and less harmful ones. Some of these other, better doors will be social and technological in nature, others religious or psychological, others dietetic, educational, athletic. But the need for frequent chemical vacations from intolerable selfhood and repulsive surroundings will undoubtedly remain. What is needed is a new drug which will relieve and console our suffering species without doing more harm in the long run than it does good in the short.”

Fighting the Drug War puts democratic transhumanists in solidarity not only with the millions of political prisoners serving time for nonviolent drug use and possession, but also with the new cutting edge activists for cognitive liberty, such as Wrye Sententia and her Center for Cognitive Liberty and Ethics, who says “We seek to establish, promote, and protect the right of each individual to use the full spectrum of his or her mind, to engage in multiple modes of thought, and to experience alternative states of consciousness.”

Disabled Cyborgs and Secular Scientists

Disabled cyborgs, using the latest assistive technology and their eyes fixed on medical progress, are also natural allies of democratic transhumanists who would support both their rights to social integration and their technological liberation. Disabled people in the wealthier industrialized countries, with their wheelchairs, prosthetic limbs, novel computing interfaces and portable computing, are the most technologically dependent humans ever known. Some disabled people are consciously embracing the transgressive image of the cyborg. Paraplegic journalist John Hockenberry made the point that disabled people are pushing the boundaries of humanness in an article in Wired:

Humanity’s specs are back on the drawing board, thanks to some unlikely designers, and the disabled have a serious advantage in this conversation. They’ve been using technology in collaborative, intimate ways for years – to move, to communicate, to interact with the world. …People with disabilities – who for much of human history died or were left to die – are now, due to medical technology, living full lives. As they do, the definition of humanness has begun to widen.

Probably the most prominent symbol of disabled transhumanist activism these days is Christopher Reeve, the former Superman actor who became a tireless campaigner for biomedical research after a horse-riding accident left him quadriplegic. Reeve has been especially important defending the use of cloned embryos in stem cell research.

Extreme disability activists have been alienated from human enhancement technology by the idea that technologies which reduce the incidence of disability, such as prenatal screening, genetic engineering and even assistive technologies like cochlear implants, are genocidal “eugenics.” But most disabled people are not Luddites. Most disabled think we can allow parents to choose to have non-disabled children and that technology can be used to overcome or cure disabilities, while we fight for equality for people with disabilities. Certainly those rights would include the right of adults to choose not to be “fixed,” and to choose to live with bodies that aren’t “normal.” The right not to be coerced by society to adopt a “normal” body is also a central demand of transhumanists.

There is now also a small, explicitly transhumanist organization for people with disabilities, the Ascender Alliance. Founded by Briton Alan Pottinger, the Ascender manifesto acknowledges the disability rights movements’ critique of “eugenics” and concern that human enhancement may leave behind the disabled. But instead of embracing Luddism, Pottinger calls on the disabled to embrace transhumanism in order to remove “political, cultural, biological, and psychological limits to self-realization and augmentation” since “every human being has the right to ascension.”

Pottinger’s assertion that society has an obligation to assist every individual’s right to self-improvement suggests another reason that the disabled are a strong democratic transhumanist constituency, in addition to their transgression of “humanness”: they are generally strong supporters of the social welfare state, and one of the strongest arguments for it. The disability rights activists are already campaigning worldwide for increased government monies for assistive technology, and they will be key allies in the democratic transhumanist demand that everyone who has need of a cyborgological implant or gene therapy to correct a disability should have one through public subsidy. The costs of the treatments and technologies will have to drop and their safety and reliability increase, but eventually the demand that the blind should see, the lame walk and mute speak will become part of the overall political agenda.

More generally patient advocacy groups and scientific lobbies share a broad interest with the transhumanist movement in seeing more public financing of medical research and protecting the freedom to conduct research from bioLuddite bans. The struggle over NIH funding for, and bills criminalizing, stem cell research have mobilized an enormous coalition in defense of scientific research. The Coalition for the Advancement of Medical Research, principal pro-stem cells lobby, includes dozens of powerful Washington lobbies, including patient groups like the American Diabetes Association and the American Infertility Association; physician organizations like the American Medical Association and the American College of Obstetricians and Gynecologists; individual research universities such as the University of California System, and education associations such as the American Council on Education; foundations like the one founded by Christopher Reeve; and industry groups like the Biotechnology Industry Association and National Venture Capital Association. The broad alliance of patient, provider and educational groups against the right-to-life lobby and the Republican Party is extremely good news for a democratic transhumanism, and hopefully the trend that will continue as the Bush administration continues to pursue policies hostile to science.

Most American scientists are secular, civil libertarian and lean toward the Democrats. Scientists believe passionately in scientific freedom, are incredulous at neoLuddite attacks on technological progress, and suspicious of the religious fundamentalist base in the Republican Party. Scientists have grown even more restive under the Bush administration as it dismissed the scientific consensus on stem cells, climate change, Headstart and abstinence-oriented sex education. When the President’s Council on Bioethics recommended the banning of therapeutic stem cell cloning, every practicing scientist voted against the resolution. The Bush has further alienated the scientific community by promoting scientists to government posts solely on the basis of their political and religious views. Bush’s post-9/11 restrictions on visas for foreign scientists and students were condemned by the National Academy of Science, the National Academy of Engineering, and the Institute of Medicine. Those restrictions recently cost MIT a $400,000 research grant to explore artificial intelligence when it refused to allow the National Security Agency to vet its foreign graduate students.

The Bush administration’s anti-intellectualism harkens back to Spiro Agnew’s attack on intellectuals as “effete snobs.” Bush’s political advisor Karl Rove told the New Yorker that the definition of a Democrat was “somebody with a doctorate.” Bush has half as many Ph.D.s in his cabinet as Clinton did, and he moved the Office of Science and Technology Policy outside the White House and cut its staff. Thanks to these trends a left-leaning, pro-science politics, i.e. democratic transhumanism, would have a natural base among scientists.

BioPunks

While libertarians celebrate high tech entrepreneurs and innovators, they occasionally have qualms about the effects that monopolists like Microsoft and overly aggressive interpretations of intellectual property law have on innovation. In reaction to monopolists libertarians have supported voluntary efforts, such as the open source movement. If we all used Linux, a free open-source operating system, we could force Microsoft to improve Windows, or at least that’s how the argument goes. The goal of the open source movement is challenge the monopolists from below, by building a community around the constant refining of hopefully more robust and cheaper information technologies. Most libertarians are far more skittish of government “trust-busting,” or any “defense of the commons” that declares the genome and industrial innovation to be public property. Democratic techno-optimists, on the other hand, are already distinguishing themselves by their willingness to use anti-trust law, restrictions on intellectual property, and regulatory standards to protect competition, scientific innovation and the public good.

For instance science writer Annalee Newitz has pointed to an emerging “biopunk” ethos in the work of artists and anti-corporate genetics researchers. Biopunks are committed both to the benefits that can can emerge from genetic technology, and to opposing the madness of patents on discovered genomes that allow corporate control of genetic data which should be in the public domain. Biopunks protest both “bioLuddites and apologists for the biotech industry.” Newitz finds biopunk sensibilities expressed in groups like the Coalition of Artists and Life Forms (CALF), a loose network of artists who celebrate biotechnology while remaining critical of its capitalist exploitation and limitations. Biopunk sensibilities among scientists, Newitz argues, can be seen in the growing call for the “open sourcing” of scientific information, from the human genome databases to scientific journals. Gene sequencers working within the Human Genome Initative, for instance, deposited their data in the publicly accessible GenBank, and now researchers outside of corporate labs deposit gene expression data in the public Gene Expression Omnibus database.

One biopunk effort is the National Functional Magnetic Resonance Imaging Data Center (fMRIDC) established by brain scientist Michael Gazzaniga and others at Dartmouth College. The fMRIDC aggregates enormous files of brain scans into a supercomputer to create an atlas of normal and dysfunctional brains, at work and at play. When cognitive science journals began to require that the data used in studies they published be submitted for public use in the fMRIDC scientists balked. Some researchers were involved in proprietary medical and pharmaceutical research and others simply wanted to be the sole exploiters of their data. But as Gazzaniga and collaborator Daniel Rockmore argued in the Chronicle of Higher Education “shared databases speed the development of the disciplines that use them. Recent advances in informatics-or data mining-make it possible to use databases as primary research material. The resulting meta-analyses give researchers ideas for new experiments, cut down on duplication of effort, and allow researchers from other disciplines to work in the field.” Most brain research had received public financing in any case, which obliged researchers to share their data. In a related effort the International Cosortium on Brain Mapping has compiled data from the brains of 7000 subjects.

TechnoGaians and Viridians

I like to think (and the sooner the better!)

of a cybernetic meadow

where mammals and computers

live together in mutually

programming harmony

like pure water

touching clear sky.

Richard Brautigan “All Watched Over by Machines of Loving Grace”

A democratic transhumanism also needs to make the case to skeptical and hostile Greens that the new technologies can be developed safely, and deployed in ways that prevent and repair the damage we are doing the ecosystem and human health. This argument connects with the strain of tech-positive environmentalism, sometimes referred to as TechnoGaianism, which has grown up with the “appropriate technology” and “alternative energy” milieu, reflected in journals such as the Whole Earth Review.

Walter Truett Anderson is an example of a technogaian political philosopher. In To Govern Evolution and Evolution Isn’t What It Used to Be Anderson proposed the only way for humanity to avoid catastrophe in the ecosphere or in our biomedical interventions is to take democratic responsibility for managing nature, both in the ecosystem and in our genome.

Today the driving force in evolution is human intelligence. Species survive or perish because of what people do to them and to their environments. The land and air and water system are massively altered by humankind which has become, as one scientist put it, ‘a new geological force…Even our own genetic future is in our hands, guided not by Darwinian abstractions but by science and medical technology and public policy,” he continued. “This is the project of the coming era: to create a social and political order — a global one — commensurate to human power in nature. The project requires a shift from evolutionary meddling to evolutionary governance.

Technogaianism applied to ecosystem management is found in “reconciliation ecology” writings such as Michael Rosenzweig Win-Win Ecology. Rosenzweig boils down his approach to the redesign of human habitat for ecosystem compatibility to several simple steps.

First, drink deeply from the natural history of the species you want to help. Study their reproductive cycles, their diets, and their behavior. Abstract the essence of their needs from what you observe. Then apply it without worrying whether your redesign of the human landscape will resemble a wilderness. It won’t, so feel free to be outrageously creative.

One of the most outrageously creative of technogaian thinkers is the science fiction author and cyberpunk ideologist Bruce Sterling. In January of 2000 Sterling returned to his polemicist roots and penned a 4300-word manifesto for a new “Viridian” green political movement. Sterling accepts the urgency of climate change and species depletion, but his principal complaint about contemporary Green politics is that they are Luddite and dour. He calls for a sexy, high-tech, design movement, to make attractive, practical ecological tools. Although Sterling steadfastly refuses to argue for political activism or partisan engagement, like FM-2030 he outlines a third way between capitalism and socialism involving controls on transnational capital, redirecting of militaries to peacekeeping, sustainable industries, increasing leisure time, guaranteed social wage, education reform, expanded global public health, and gender equity. The Viridian movement has attracted hundreds of people to participate in its list, and to receive weekly missives from Sterling about ecologically appropriate, but exciting, technologies.

The new molecular technologies do carry serious environmental risks that need serious regulatory oversight, a form of oversight most libertarian techno-enthusiasts are unwilling to embrace. But the technologies also promise radical new environmental benefits. Crops can be genetically engineered which require less agricultural land, pesticides and fertilizer, and provide more essential nutrients. In Our Molecular Future, Doug Mulhall outlines a vision of a “nanoecology,” using a convergence of nanotechnology, genetics and artificial intelligence to prevent and repair ecological destruction. The new technologies will allow us to design new industrial processes that use fewer resources and create fewer wastes; to repair the damage we have already done to the ecosystem; and to protect ourselves and the ecosystem from natural threats such as asteroids and gamma ray bursts. For Mulhall, it is our responsibility to the ecosystem to develop these technologies and use them to protect Earth’s ecosystem.

Nanotechnology pioneers Eric Drexler and Chris Peterson also address the possible ecological applications of nanotechnology in their book Unbounding the Future. Even Greenpeace appears to be coming around on the utility of nanotechnology. In its 2003 review of nanotech and AI titled “Future technologies, Today’s Choices” Greenpeace says there is no need for bans on nanotech, or even new regulatory structures, and that “new technologies…are also an integral part of our solutions to environmental problems, including renewable energy technologies such as solar, wind and wave power, and waste treatment technologies such as mechanical-biological treatment.”

Although population growth rather than population control should be our goal, a high-tech society with a thorough guarantee of individual rights and a strong democratic state – in other words, the goal of a democratic transhumanism – is the best guarantee of a low birth rate. Science and technology make possible contraception, and the industrial employment that encourages smaller families. Liberal democracies provide women with education, employment opportunities and publicly financed family planning, contraception and abortion, giving them the means and incentives to control their fertility. Affluent liberal democracies also require children to be educated instead of worked in farms and factories. They invest in public health to reduce the childhood mortality rate. They ensure the well-being of the elderly through old age pensions. All are measures that reduce parents’ incentives to have children as investments in their future.

And Everybody Else…

In some sense, as machine intelligence becomes more sophisticated and increasingly automates manual, service and intellectual labor, we may all become “disabled,” and we may all have to struggle for our right to Social Security as a basic human right. On March 22, 1964 The Ad Hoc Committee on the Triple Revolution sent a long letter to U.S. President Lyndon B. Johnson. The letter was signed by 34 left-wing intellectuals, including leaders of the Students for a Democratic Society Todd Gitlin and Tom Hayden, leaders of the US Socialist Party Norman Thomas and Michael Harrington, the Nobel-prize winning biologist Linus Pauling, the economists Robert Heilbroner and Gunnar Myrdal, the futurist Robert Theobald, and my cousin (five times removed) the sociologist Everett C. Hughes.

The three revolutions that the letter described were the revolution in armaments, which required new international arrangements to avoid apocalypse; the global human rights revolution, which required a commitment to democratization of every country, starting with civil rights for Negroes; and the “cybernation” revolution, automation, which would require the establishment of a universal basic income since there would soon be widespread structural unemployment.

The traditional link between jobs and incomes is being broken. The economy of abundance can sustain all citizens in comfort and economic security whether or not they engage in what is commonly reckoned as work. Wealth produced by machines rather than by men is still wealth. ….(Therefore society should provide) every individual and every family with an adequate income as a matter of right.

Responding to the Triple Revolutions piece in the New York Review of Books in 1965 the sociologist Daniel Bell dismissed the idea that there would soon be widespread unemployment from automation since it was only impacting a couple of industries. Evidence of such an effect would require that there be rising productivity economy-wide at the same time as rising unemployment.

Flash forward to the “job-loss recovery” of 2003. Since 2001 the U.S. has lost 2.7 million jobs. As the economy has picked back up none of those jobs are coming back. They have all either gone to the developing world or been taken by machines. As a consequence the economic recovery has seen dramatic gains in productivity. According to the U.S. Labor Department the amount an employee produces for each hour of work rose almost 2% just between April and June of 2004.

The job-loss recovery was also predicted by Hans Moravec in his book Robot. But he goes on to note that society will be unlikely to put up with growing inequality and concentration of wealth.

It is unlikely that a future majority of service-providing “commoners” with more free time, communications and democracy than today would tolerate being lorded over by a dynasty of non-working hereditary capitalists. They would vote to change the system. The trend in the social democracies has been to equalize income by raising the standards of the poorest as high as the economy can bear. In the age of robots, that minimum will be very high.

He then suggests that capitalism will come to an end and that society will need to provide a universal basic income

Incremental expansion of such a subsidy would let money from robot industries, collected as corporate taxes, be returned to the general population as pension payments. By gradually lowering the retirement age, most of the population would eventually be supported. The money could be distributed under other names, but calling it a pension is meaningful symbolism. Social Security pension payments begun at birth would subsidize a long, comfortable retirement for the entire original-model human race.

Similarly Marshall Brain, the computer scientist and entrepreneur who founded the successful HowStuffWorks website and book series, is promoting his “Robot Nation” epiphany, that half of all jobs in the U.S. will be lost to the developing world or robots by 2055. Brain suggests that all Americans receive a guaranteed basic income of $25,000 a year, paid from a general fund supported by progressive taxation, corporate fines and the sale of public resources. Brain argues that basic income is necessary for the survival of capitalism: no consumers, no capitalism.

Moravec and Brain join a growing international movement of economists and activists advocating a “basic income guarantee” (BIG). BIG is the answer to the next wave of Luddite machine-wrecking by angry displaced workers. The Luddites have no faith that democracy can allow everyone to benefit from technological innovation, and the libertopians think we don’t need democracy since we have the stock market. But Brain, Moravec, and the BIG movement aim to prove that democracies can provide universal economic benefits while advancing the technological innovation necessary to pay for them.

Universal health care and basic income systems are essential as we make the transhuman transition, not only to ensure equal access to benefits between the rich and poor, but also between the young and old. As the population rapidly ages, and the population supporting senior benefits shrinks both demographically and because of structural unemployment, generational conflict will be inevitable without programs that provide universal benefits. Either the shrinking population of angry workers will wage war on the benefits available to the growing senior and unemployed population, or we will expand the benefits of income security and health insurance to everyone.

Building a Democratic Transhumanist Majority

Currently all the self-described “social democratic transhumanists” in the world could hold a convention in an average sized classroom. That’s not the point. There is a latent majority constituency for social justice, a caring society, technological progress, and health and longevity for all. Even though no politician would get elected on a platform of ape rights, subsidized intelligence enhancements and a universal guaranteed income, the basic goals of democratic transhumanism are shared by the vast majority of people. The challenge is to find issues and struggles that demonstrate the marginality of the libertarians and bioLuddites.

In 1996 the National Opinion Research Center asked a random sample of Americans whether it was the government’s responsibility to provide health care for the sick. As has been true since the first time that survey question was asked in the 1930s, a majority, 85%, said yes. The survey also asked whether genetic screening was likely to produce more harm or more good, and two thirds, 68%, thought it would produce more good than harm. Looking for the left-leaning techno-optimists with those two tests slightly more than half of Americans, 56%, are democratic transhumanists. That is the majority waiting to be having its voice heard.

Some people say that genetic screening is a wonderful medical advance. Others think it may cause trouble. Based on what you know, do you think genetic screening will do more good than harm, or more harm than good?

Is it the government’s responsibility to provide health care for the sick? Good Harm

Yes 56% 27%

No 12% 5%

Source: General Social Survey 1996, National Opinion Research Center (N=311)

A Democratic Transhumanist Agenda

Whether it amounts to a Singularity or not, the coming decades will turn our world upside down and our expectations inside out. Radical times call for radical solutions.

Build the transhumanist movement

Build a global, future-oriented, radically liberal, Next Left

Radicalize “human rights”

– Defend the rights of all human beings oppressed because of their bodies

Democratic transhumanists should build solidarity with all those who are denied the right to control their own bodies and minds, and those oppressed because of the bodies and minds they possess. A diverse posthumanity can be best assured by expanding the bounds of tolerance and equality to include the full diversity of human beings, sexual, cultural, and racial. Racism and discrimination in all forms must be opposed. The physically disabled should have access to the social and technological assistance they need to be equal citizens. Gender must not determine rights, so civil marriage must be open to gays and lesbians. People should be allowed to define themselves as any gender they prefer, and be allowed use technology to sculpt their gender to fit those preferences, whether they fit the binary gender system or not.

– Support rights for great apes, dolphins and whales

Democratic transhumanists should join the campaigns to extend rights to great apes, dolphins and whales as a wedge to open rights to all intelligent persons, defeat human-racism, and build a cyborg citizenship.

– Guarantee the right of all persons to control our own bodies and minds

We not only need to radicalize our understanding of citizens, the bearers of rights, but also of the rights we have to control our bodies and minds, and the structures we need to make those freedoms real. The right to control our bodies and minds should include the right of sane adults to change and enhance their own minds and bodies, to own our own genetic code, to take recreational drugs, to control our own deaths, and to have ourselves frozen. Procreative liberty, an extension of the right to control our body and life, should include the right to use germinal choice technologies to ensure the best possible life for our children. Strong democratic government is required not only to protect these rights, but to ensure that the technologies are tested for safety so that consumers understand their risks and benefits. We also need strong social democracies to ensure all citizens have access to these options, not just the affluent.

Democratize technological innovation

– Support science education and federal research into transhuman technologies

Democratic transhumanists should support expanded public financing of higher education and especially science education and scientific research. American secondary school students, in particular, are woefully behind the rest of the industrialized world in their preparation for further math, science, engineering or medical education. As a consequence more American students get degrees in “parks and recreation” than electrical engineering. The priorities of federal science funding in medicine, artificial intelligence and nanotechnology should ensure that transhuman technologies are developed openly in the public sector not just by secret military and corporate labs.

– Support appropriate regulations of scientific research and technological innovation

Democratic transhumanists should defend and promote rigorous, independent safety testing of transhuman technologies, and reject Luddite bans and regulations based on vague ethical and social anxieties. International agencies should be empowered to enforce global regulations on the safety of industrial and medical technologies. The U.S. Congress should re-establish the Office of Technology Assessment, and the size and mandate of the EPA and FDA should be expanded to rapidly vet the safety of new industrial materials, drugs and medical devices.

– Protect genetic self-ownership, and the genetic and intellectual commons from patent madness

Patents on existing genomes of plants, animals and humans should be declared void. Patents on novel gene sequences should be protected, unless they end up a part of the body of a self-aware citizen, in which case that person becomes co-owner of the genetic property. Individuals must have control over their own genome, extending to the privacy of their genetic information.

Defend and extend social rights

– Build and defend universal health systems with choices

All citizens should be guaranteed equitable access to a basic package of health care services, including enhancement technologies where fiscally possible. When safe technologies cannot be provided through the public health system for political or fiscal reasons, they should be available in the private sector.

– Establish a guaranteed basic income and expand the social wage

All citizens should be guaranteed a basic income. Public financing of higher education should be expanded.

Create global solutions

– Build democratic global governance

There should be a global, standing constabulary ready to rapidly intervene to prevent wars and other disasters. The U.S. should join the International Criminal Court. The United Nations should be empowered to collect taxes on international trade and reformed to be directly representative of world opinion through direct election. World trade agreements should be coupled with effective regulation by global bodies to ensure compliance with environmental, consumer protection and worker safety agreements.

– Ensure access to technology for the developing world

Agencies in the developed world should expand research into technologies appropriate to the needs of the developing world, and support programs of technology transfer to the developing world. International institutions such as WHO, FAO, UNCTAD, UNDP, and UNESCO should be expanded to support technological diffusion in the developing world.

– Reduce global risks ot the future of civilization

Democratic transhumanists should support the creation of international bodies capable monitoring and effectively enforcing international agreements preventing the proliferation of, and requiring the destruction of, weapons and other dangerous technologies. Global programs to monitor the health of ecosystem and the threat from asteroids should be expanded.

Let the ruling classes and Luddites tremble at a democratic transhumanist revolution. Would be genemods and cyborgs! you have nothing to lose but your human bodies, and longer lives and bigger brains to win!

Transhumans of all countries, unite!

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Hegel Dialética,tempo, espaço, contextualização, tecnologias avançadas, sociedades complexas e uso de clássicos.

Sobre as análises de impacto de novas tecnologias com viés no materialismo histórico.

Não se trata de avaliar tecnologias moderníssimas, de ponta, com base em uma divisão social “hipersimplificada” em duas classes que descreve uma fábrica de tecidos da Inglaterra de 1800… O materialismo histórico dialético, tem a temporalidade a considerar, ( tempo histórico) o espaço ( contexto ) e a dialética, que em Hegel entre outros tem sua proposta baseada na análise das contradições gerando sínteses críticas e cíclicas no modelo arcabouço Tese x Antítese = Síntese (em ciclos )

Não é um método em si, fechado e acabado, permite outras abordagens e solicita contexto e análise histórica e consideração pela complexidade social de todas as épocas e suas especificidades.

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Publicado em Tempo

MOOCs – Coursera – Udacity – edX – Lynda Codecademy – Duolingo – W3Schools.com StackOverflow – Free-EBooks.net – Audible – GitHub.

  • Massive Open Online Courses (MOOCs)

  • Plataformas especializadas de aprendizagem

  • Sites de referência para aprendizado por conta própria

  • Sites para compartilhar o que você aprendeu

  • Dicas para se manter disciplinado

Os Moocs

Depois que você começar a explorar o mundo do aprendizado online, certamente vai se deparar com um termo popular atualmente: MOOC. Os Massive Open Online Courses (ou Cursos Online Abertos e Massivos, em tradução livre) são cursos criados para serem feitos por um grande número de estudantes, alguns seguindo uma programação e outros estando disponíveis a qualquer momento.

Como estes cursos estão disponíveis online, precisam levar em consideração diferenças geográficas advindas da participação de estudantes dos mais diversos países. A maioria dos cursos é bastante receptiva a todos, mesmo que você não seja do Canadá ou dos Estados Unidos. Pode esperar ter colegas das mais diferentes culturas para obter e passar conhecimento – eu considero isso um privilégio.

Muitos dos sites que vamos explorar são plataformas MOOC em essência e possuem pontos em comum. Vamos focar nas diferenças e especialidades de cada uma.

Coursera

Coursera

Coursera Table

Prós:

Possui uma ampla variedade de cursos aprofundados e com excelente conteúdo.

Contras:

Você pode se sentir injustiçado pelo sistema de avaliações executadas pelos seus próprios colegas de curso.

Resumo:

Uma ótima plataforma se você está procurando por educação nas melhores universidades do mundo, em qualquer campo do conhecimento que possa imaginar.

Vamos começar com o Coursera.

O Coursera possui aproximadamente 17 milhões de estudantes fazendo 1.867 cursos diferentes (os números continuam crescendo). Seu catálogo de cursos vai de Artes e Humanas (Filosofia ou aulas de violão) até Engenharia avançada (como Robótica e A Internet das Coisas).

A plataforma também reúne uma lista impressionante com 142 parceiros que incluem: National Geographic, Universidade de Yale, Universidade de Stanford, Universidade de Brown, etc.

Além do prestígio que advém de poder fazer cursos destas instituições renomadas, também há diversos benefícios que vêm da qualidade desses cursos, oferecidos por essas instituições… disponíveis para você… (se segure)… DE GRAÇA! Mas é importante ressaltar que grátis não significa fácil – estes cursos não pegam leve. Acredite em mim, quando você se inscreve para um curso do Coursera, recomendo que aperte os cintos para um percurso que possui todas as condições de verdadeiramente mudar a sua vida e o seu conhecimento.

O Coursera oferece formas simples de pesquisar, escolher e se inscrever nos cursos. Os cursos possuem níveis de básico a avançado e normalmente estão disponíveis em diversos idiomas, muitas vezes com legendas nas videoaulas.

Cada curso é oferecido em ciclos e você pode ver quando a próxima sessão estará aberta para você se inscrever. Também é possível ver quais custos possivelmente estão envolvidos. A flexibilidade dos custos é um dos pontos mais fortes do sistema do Coursera. Grande parte dos cursos podem ser feitos de graça até o fim. Entretanto, há a opção de adquirir um Certificado de Conclusão ao final do curso. A instituição parceira oferece, basicamente, um link verificado e que pode ser compartilhado, comprovando a sua identidade e garantindo que fez o curso e obteve as notas necessárias.

Certificate

O custo de um certificado costuma ficar em torno dos 49 dólares (é possível obter auxílio financeiro).

O Coursera também oferece o que chama de Especializações. São programas compostos de diversos cursos. O custo habitual de uma Especialização vai de 250 a 400 dólares americanos e pode ser pago por curso ou pré-pago a vista (com desconto de 10%).

Como a maioria dos MOOCs, o Coursera oferece uma descrição completa dos próximos cursos, junto com a carga de trabalho esperada que você precisará enfrentar e a estrutura das avaliações para ser aprovado.

Uma das coisas que o Coursera mais tem orgulho é do seu sistema de avaliação por colegas. As avaliações enviadas são analisadas e recebem notas dadas por outros estudantes como você. Sim, há riscos envolvidos nesta abordagem. Eu obtive resultados bons e ruins. Algumas vezes a avaliação é pontual e com feedback construtivo, mas em outras vezes…. bem, acontece o contrário.

De um ponto de vista de estrutura e notas, creio que o Udacity possui a melhor abordagem, usando avaliadores que: (1) não são estudantes do mesmo curso; e (2) são pagos.

Então vamos dar uma olhada em como o Udacity se compara…

Udacity

Udacity

Udacity Table

Prós:

Procura oferecer cursos dos níveis mais elevados e que farão diferença de verdade no mundo real (em termos de empregabilidade).

Contras:

A quantidade de cursos pode ser limitada dependendo dos seus interesses.

Resumo:

Se você está procurando um emprego na indústria de tecnologia e não tem medo de investir quantidades consideráveis de tempo e dinheiro, o Udacity é uma ótima escolha.

A plataforma se parece com o Coursera em vários pontos. Possui uma linha de cursos tão impressionante quanto, mas com uma inclinação a colaborar com gigantes da indústria e parceiros estratégicos (Google, Facebook, AT&T, Georgia Tech, etc.) em um esforço de: (1) engajar você com habilidades que estão sendo demandadas no mundo real atualmente; e (2) ajudar você a obter um emprego quando terminar o curso.

Eles são tão comprometidos com esta missão que recentemente lançaram o Nanodegree Plus, que garante a você um emprego em seis meses e devolve o seu dinheiro caso não saia empregado! Difícil igualar uma proposta dessas.

O que exatamente é um Nanodegree? Nanodegrees se parecem com as especializações do Coursera. São vários cursos independentes combinados em um programa abrangente que prepara o estudante para ser especialista em um assunto específico. O Udacity lançou os Nanodegrees em colaboração com o Google, oferecendo inicialmente o Nanodegree de Desenvolvimento Android em 2015.

Programas Nanodegree custam em torno de 200 a 300 dólares por mês (há bolsas disponíveis) e têm duração de 6 a 12 meses. Entretanto, em muitos casos você mesmo pode decidir em quanto tempo quer terminar. O Udacity oferece alguns ótimos incentivos para você terminar cedo (além de não ter que pagar mais mensalidade). No caso do programa de Desenvolvimento Android, por exemplo, foram abertas oportunidades para se ganhar uma viagem com tudo pago para a sede do Google, obter reembolso de metade das mensalidades, etc.

Nanodegrees

Eu pessoalmente senti que os cursos do Udacity são tão desafiadores quanto os do Coursera, mas o Udacity oferece uma ajuda extra vinda de especialistas em cada indústria. Os especialistas revisam códigos, respondem perguntas e participam dos fóruns junto com os alunos para oferecer suporte.

O sistema de avaliações do Udacity também é menos sucetível a problemas do que a avaliação por colegas. Entretanto, o sistema também enfrenta alguns desafios. Como os avaliadores não conseguem analisar toda e qualquer avaliação enviada, o Udacity acaba usando testes e perguntas automatizadas. Não há como negar que estes sistemas automatizados não são tão flexíveis e capazes de entender em comparação com uma análise humana, então às vezes você sente que a sua criatividade não é valorizada.

O Udacity possui cursos gratuitos, mas coloca uma ênfase maior nos seus programas pagos, completos e com habilidade de impulsionar carreiras, numa tentativa de lhe trazer maior segurança no mercado de trabalho. Para encontrar os cursos gratuitos, você pode clicar aqui e digitar “free” na barra de busca.

Em termos de áreas de cobertura, o Udacity possui cursos que não são de tecnologia, mas estes são mais limitados – e às vezes me pergunto se “Design de Produtos” e “Prototipagem Rápida” não são da área de tecnologia.

De qualquer forma, o Udacity é uma plataforma muito sólida e o conteúdo que oferece é magnífico. Isso, junto com a gana e trabalho duro deles em conseguir que você encontre um emprego, torna o Udacity um sério concorrente ao posto de melhor plataforma que você pode usar para aprender.

edX

edX

edX Table

Prós:

Possui uma vasta variedade de tópicos, parcerias incríveis indo das melhores universidades até líderes de mercado, e você pode aproveitar tudo completamente de graça. Também é sem fins lucrativos e de código aberto, o que eu considero mais um ponto positivo.

Contras:

A ênfase é clara nas ciências, então o edX pode não ser indicado para você caso esteja buscando ir além dos cursos de ciência. Além disso, ainda que nenhum dos outros sites seja especificamente bom neste campo, muitos usuários do edX acham que as discussões no fórum da plataforma são ruins.

Resumo:

O edX é uma excelente opção para quem está interessado em áreas da ciência e procurando por cursos oferecidos pelas melhores universidades.

Outra grande plataforma que bate de frente com Coursera e Udacity é o edX.

O edX também é similar a Coursera e Udacity em muitos pontos, mas é a única plataforma de MOOCs que é tanto de código aberto como sem fins lucrativos. O edX foi fundado pela Universidade de Harvard e pelo MIT em 2012 e possui uma lista impressionante de parceiros (incluindo universidades da chamada “Ivy League” e líderes da indústria como Harvard, MIT, IEEE, Microsoft, IMF, W3C, etc.)

Uma característica muito bem-vinda do edX é que todos os seus cursos podem ser feitos de graça! Mas se você deseja um Certificado ao final do curso, pode solicitar pagando de 49 a 99 dólares para obter uma prova de que você domina o seu campo de estudo. Como muitas das plataformas de MOOCs, o edX também oferece subsídio financeiro, assim como condições para reembolso.

O edX tem mais de 900 cursos (sendo que alguns oferecem crédito na vida real) em uma grande gama de áreas de estudo, incluindo assuntos como Música, Ética e outros ligados à tecnologia. Ainda que Coursera e Udacity usem tecnologia de ponta em suas plataformas, o edX possui algumas ferramentas incríveis – como laboratórios gamificados e um construtor virtual de moléculas 3D – que tornam única a experiência de aprendizado. Se você ficou curioso, veja o curso de demonstração aqui.

Pela sua ampla gama de cursos e flexibilidade em termos de fazer um curso e escolher pagar pelo certificado, o edX é uma ótima opção para ser a sua plataforma de aprendizado online.

Lynda

Lynda

Lynda Table

Prós:

A tecnologia de aprendizado é excelente, com ótimo conteúdo e estilos de ensino.

Contras:

Não há alternativa gratuita.

Resumo:

O Lynda é uma excelente plataforma de aprendizado para muitos tópicos específicos que você queira estudar ou melhorar. A plataforma tende a não ir tão fundo em questões de produtos e aplicações reais.

Também temos o Lynda.com, que foi recentemente adquirido pelo LinkedIn.

Fiquei muito nervoso quando ouvi sobre esta aquisição pois mantenho uma assinatura ativa do Lynda. A plataforma é minha primeira opção quando tenho que aprender algo rápido, na minha própria velocidade, quando quer que precise estudar. Fico feliz em afirmar que até agora as coisas não pioraram em nenhum aspecto desde a aquisição. Na verdade, algumas melhorias bem-vindas foram adicionadas.

O Lynda possui um número comparável de cursos, colocados em colaboração com um conjunto de especialistas renomados. Os cursos e suas abordagens são bem feitos e criados de forma que o estudante possa cair de cabeça, pulando direto para um certo tópico ou passando por um segmento em específico. Meu recurso favorito é poder assistir as videoaulas com a velocidade reduzida pela metade (bom para quem não é nativo do idioma) ou com velocidade dobrada (bom para fazer rápidas revisões).

De todas as plataformas que listei até agora, a interface de aprendizado do Lynda para assistir e trabalhar com as aulas é a minha favorita. Ela apresenta o material e acompanha tudo com texto, lembrando você do que já assistiu e há quanto tempo está estudando. A experiência não é nada menos que incrível. Eles acertaram em cheio.

Recentemente introduziram um novo recurso poderoso que programadores e estudantes estilo “mão na massa” vão adorar: o chamado modo de Prática. Você pode apertar o botão de Prática a qualquer momento durante a aula e, sem ter que baixar arquivos ou carregar algum tipo de editor, será levado instantaneamente para um ambiente onde pode trabalhar com o código específico que está sendo abordado por aquela aula. A biblioteca de cursos do Lynda possui uma ampla variedade e é especializada em Artes, TI, Design, Desenvolvimento e áreas que misturam esses conhecimentos.

Como outros MOOCs, a maioria dos cursos do Lynda oferece após a conclusão um certificado compartilhável que confirma a sua participação e conclusão do curso. Além disso, assim como outros sites de aprendizado online, você pode (é claro) conectar o certificado ao LinkedIn para adicionar autenticidade ao seu perfil.

Lynda certifications

O Lynda.com requer uma assinatura. Mantenha sua assinatura ativa e você retém acesso à biblioteca completa, a qualquer momento. Os custos vão de 19,99 a 34,99 dólares por mês, dependendo dos recursos que você precisa, como download de arquivos, download de cursos para aparelhos móveis ou assinaturas em grupo.

De forma geral, o Lynda é ótimo para aprendizado sob demanda para uma ampla variedade de tópicos. Entretanto, se você estiver procurando por uma abordagem mais estruturada de aprendizagem ou se sente mais à vontade com aulas pré-agendadas, talvez seja melhor adotar um dos outros MOOCs listados.

Plataformas Especializadas

Agora que pintamos um quadro geral do que há disponível em termos de classes online, quero mencionar rapidamente duas outras excelentes opções que oferecem um estudo bem mais específico: Codecademy (programação) e Duolingo (idiomas).

Ambas as plataformas têm algo a oferecer a qualquer pessoa que esteja lendo este artigo, quer queira ou não se tornar desenvolvedor ou poliglota. Ainda que eu não espere que todos virem desenvolvedores de software, há um valor incrível em se aprender a programar e entender como os códigos funcionam, mesmo que seja um entendimento raso ou que apenas ajude na hora de se trabalhar com outros programadores no futuro.

Similarmente, creio que o Duolingo é, neste grande mercado global, uma possível chave para abrir portas, quebrar barreiras e expandir mentes e culturas além das prisões geográficas que nos prendem. Ainda que eu não veja todos os usuários de Duolingo virando tradutores multilíngues, o conhecimento obtido de se aprender uma segunda língua (mesmo que sejam apenas algumas palavras aqui e ali), não tem preço.

Ambas as plataformas são completamente gratuitas e fáceis de usar sempre que você tiver um tempo. Segue uma rápida visão geral do que esperar de cada uma:

Codecademy

Codeacademy

Prós:

Muito fácil de usar e bem estruturado. É muito simples explorar novas linguagens de programação.

Contras:

Não oferece um contexto real que lhe propicie a programação de um site de verdade fora da plataforma.

Resumo:

O Codecademy é uma opção fácil de usar e bem estruturada para quem está procurando adentrar o mundo da programação pela primeira vez, mas se você estiver procurando obter habilidades de programação mais avançadas, é melhor tentar algo diferente, como o Udacity.

A primeira opção é o Codecademy, um recurso servindo mais de 25 milhões de pessoas pelo mundo todo. A missão deles é criar a educação que o mundo necessita. Se você sempre quis programar e esteve esperando até agora para mostrar sua veia de programador para o mundo, então o Codecademy definitivamente é o lugar para explorar e ver o despertar da sua força.

Os cursos disponíveis têm de 3 a 13 horas e cobrem sete áreas diferentes: HTML e CSS, JavaScript, jQuery, PHP, Python, Ruby, e APIs.

Os cursos são muito focados em ensinar você na prática. Você irá programar direto no navegador segundos depois de começar um curso, usando o editor de texto embutido no site. Ainda que isso torne fácil a familiarização com os conceitos básicos da programação, também peca em não oferecer um contexto necessário para que você de fato construa seus próprios projetos fora da plataforma.

O Codecademy é uma ótima forma de qualquer iniciante começar a entender o básico da programação, mas se você quiser construir seus próprios sites, precisará ir além do que o Codecademy consegue oferecer.

Duolingo

Duolingo

Prós:

O conteúdo de aprendizado é ótimo, gratuito e gamificado.

Contras:

Para alguns idiomas, o formato de aprendizagem pode ser um pouco restrito dependendo dos seus objetivos, particularmente quando você precisa sair do app para procurar material de apoio e outros recursos de referência – o que pode acontecer com frequência.

Resumo:

O Duolingo é excelente e sem dúvida parece uma barganha ter acesso a esta plataforma de forma gratuita. Ainda que praticar seja sempre bom, é necessário investir tempo e se esforçar.

Duolingo é meu site favorito para aprender novos idiomas… de graça… para sempre! Tudo o que você precisa fazer é escolher um idioma, se jogar de cabeça e aprender.

Em sua essência, a plataforma encontrou um equilíbrio ótimo entre aprendizado e gamificação. Assim como outros sites mencionados, suas conquistas podem ser integradas diretamente no perfil do LinkedIn para mostrar, vindo de uma fonte confíavel, seu nível de proficiência em um idioma. O Duolingo faz um ótimo trabalho em mantê-lo engajado e encorajado a continuar aprendendo, o que são, na minha opinião, duas das coisas mais importantes em qualquer área de estudo que requeira prática.

O Duolingo cobre pelo menos 15 das línguas mais faladas no mundo atualmente. Ainda que eu tenha tecido muitos elogios, eu seria injusto com a plataforma se deixasse de alertar que quando você começa a usar, é absolutamente vital que seja honesto quanto ao seu grau atual de proficiência, caso contrário no 2º dia você já pode se encontrar afundado e confuso entre acentos, tremas e pronúncias, deixando seus sonhos de ser bilíngue ameaçados antes mesmo de começar a estudar pra valer.

Sites de referência para aprendizado por conta própria

StackOverflow

Enquanto explora cada vez mais as suas opções de aprendizado – uma atividade que espero estar sendo iniciada por este artigo – você perceberá que as opções disponíveis vão de restritas e estruturadas até aquelas mais relaxadas e que servem de referência, mas que não são menos importantes.

Como exemplo, pegue um site como o W3Schools.com.  Sites como este sequer possuem uma configuração de turma. Não há mensalidade, nem videoaulas, nem avaliações. São apenas recursos excelentes para aqueles estudantes que gostam de aprender por conta própria e não querem encarar uma estrutura rígida, ou para pessoas que já possuem conhecimentos sólidos em uma área e estão buscando aprender aspectos mais específicos. Para estes tipos de estudante, há sites que são projetados para oferecer suporte e material de referência excelentes. Eles permitem que você explore à vontade para encontrar as informações que precisa.

Enquanto o W3Schools é apenas para desenvolvedores web, há outros sites que comportam comunidades, blogs e fóruns sobre os mais variados tópicos. Em muitos casos é possível aprender em comunidade, onde há uma certa camaradagem em ajudar colegas que encontram os mesmos problemas, algo que só poderia ser criado frente a adversidades e dificuldades em comum. O StackOverflow é um que vem à cabeça para quem é programador, mas você pode encontrar um fórum sobre qualquer coisa que deseja aprender. Basta pesquisar “fórum + assunto” e explorar os resultados. Grupos do LinkedIn também podem ser ótimas comunidades de aprendizagem.

O poderoso YouTube não deve ser deixado de lado – uma infindável biblioteca de vídeos para aprender sobre qualquer coisa que você quiser. De como fazer um nó de gravata a como instalar um ar condicionado, passando por lições semanais de maquiagem e moda: se você quiser aprender como fazer, visite o YouTube – especialmente se você é um aprendiz visual.

Para os amantes da leitura, há muitos sites que facilitam a exploração de centenas de livros sobre qualquer assunto (o Free-EBooks.net me vem logo à cabeça).

Para quem aprende melhor ouvindo, há também muitos podcasts e audiolivros disponíveis em lugares como o iTunes ou o Audible (meu favorito). Um dos maiores benefícios de se aprender por áudio é poder encaixar o estudo em diversas outras atividades diárias. Você pode aprender enquanto corre na esteira ou enquanto está no trânsito. Aprendizado por áudio também é bom para o estudo em grupo.

Compartilhando o que aprendeu

Medium

Esta é sem dúvida a parte mais difícil, mas mais importante, do aprendizado. Aprender algo em uma classe estruturada é uma coisa, mas aplicar o conhecimento e compartilhar seus próprios projetos é um desafio totalmente diferente.

Se você quer aprender a programar, crie um projeto e compartilhe-o no GitHub.

Ou por que não criar seu próprio site?

Você pode criar seu próprio cantinho virtual e organizar seu portfólio da forma como preferir, entrando em contato e colaborando com outras pessoas interessantes. Nos dias de hoje você não precisa ser um desenvolver web para começar. (Mas se você estiver aprendendo desenvolvimento web, criar seu próprio site pode ser a melhor forma de forçar você mesmo a se manter atualizado e sempre melhorando.)

Há diversas opções disponíveis para começar o seu próprio site ou blog. Você pode visitar sites como SquareSpaceWix ou até Medium (uma linda plataforma para escrever e publicar). Se desejar ter mais controle do que está criando, também pode considerar experimentar DrupalJoomla ou WordPress. Com estas plataformas você pode não só compartilhar o que andou fazendo, mas também explicar suas motivações, a complexidade dos desafios e suas armadilhas.

Algumas dicas para se manter disciplinado

learning
Crédito da imagem: Damian Zaleski

É ótimo que você tenha chegado até aqui, mas do que serve um plano de aprendizagem se ele não for colocado em prática? Seu planejamento precisa ser implementado na sua lista de afazeres.

Os horários ou dias da semana escolhidos serão uma combinação do seu estilo de vida e de quando o seu cérebro funciona melhor.

Talvez você seja um pai atarefado que foca no fim do dia como eu, quando todas as coisas mais importantes do seu mundo já foram bem cuidadas e a casa já está em silêncio. Ou talvez você seja aquela pessoa pilhada que já sai da cama louca para fazer as coisas e começar a estudar.

Seja um destes tipos acima ou uma pessoa que prefere estudar enquanto almoça, o mais importante é definir um planejamento e seguí-lo. A disciplina é a sua melhor amiga.

Para qualquer coisa que você deseja aprender, eu recomendo ao menos 3 tarefas por semana.

No mínimo você vai precisar de:

  1. Verificar em que estágio você está e o que precisa realizar na semana que se inicia. Crie uma lista de tarefas. Um gerenciador digital de tarefas como Todoist pode ser uma ferramenta incrível para você se manter disciplinado, mas papel e caneta também servem. O importante é fazer um planejamento concreto.
  2. Um tempo ininterrupto de trabalho sólido e pesado, do tipo que impulsiona você a alcançar seus objetivos finais.
  3. Uma revisão geral no fim da semana para ver como você se saiu. Revise o que fez, compare com sua lista de tarefas e verifique quais são as etapas a serem cumpridas na semana seguinte.

Segue um simples Modelo de Todoist que oferece um exemplo de como você pode estruturar tempo e esforços para atingir seus objetivos de aprendizagem. No ano passado também organizamos um guia passo-a-passo de como aprender qualquer coisa. É uma leitura muito recomendada para quem estiver levando o aprendizado realmente a sério.

Como disse no início, as opções mencionadas aqui não são de forma alguma todas as disponíveis. Apensa escolhi algumas das plataformas mais eficientes e reconhecidas para você dar o pontapé inicial e continuar aprendendo.

Não há dúvidas de que vocês, nerds do aprendizado online, possuem sites, ideias e modelos especiais próprios que podem compartilhar sobre como gerenciar sua produtividade nos estudos. Compartilhe os seus segredos conosco e vamos continuar aprendendo todos juntos!

Crédito das dicas: Omar Samuels 

Publicado em Tempo

Sites de pesquisa acadêmica – links

16 Sites de pesquisa acadêmica –

appy (4)O Google é o líder de pesquisas em todo o mundo, mas os seus  resultados apresentam um problema: nem sempre a informação é confiável. O Google indexa uma infinidade de sites sem levar em conta a veracidade dos conteúdos e os resultados das buscas sofrem interferência da publicidade. É essencial estar atento e separar as informações relevantes na hora utilizar o mecanismo de busca para trabalhos acadêmicos.

Entretanto, há outros buscadores que apresentam conteúdos confiáveis e úteis para a sua pesquisa. Muitas bibliotecas disponibilizam a informação que você precisa sem qualquer tipo de interesse econômico. Há também uma infinidade de sites de busca acadêmica, bancos de dados científicos, portais científicos e publicações eletrônicas disponíveis livremente. Conheça algumas:

Scielo – Scientific Electronic Library Online.  É uma biblioteca eletrônica que abrange uma coleção selecionada de periódicos científicos.

Dialnet – é uma das maiores bases de dados com conteúdos científicos nas línguas ibero-americanas e conta com vários recursos: artigos de revistas, revisões bibliográficas, livros, anais de congressos, teses de doutorado. O objetivo é integrar o maior número possível de conteúdos, fornecendo, na medida do possível, acesso a textos completos.

WorldWideScience – é um porta para a ciência global, composto por bases de dados nacionais e internacionais e portais científicos. É multilíngue e fornece em tempo real os resultados da pesquisa e a tradução do conteúdo.

Google Acadêmico – fornece de uma maneira simples acesso à conteúdos acadêmicos.  É uma ferramenta de pesquisa do Google que permite pesquisar em trabalhos acadêmicos, literatura escolar, jornais de universidades e artigos variados.

Scholarpedia – é uma enciclopédia de acesso gratuito a textos revisados ​​e mantidos por especialistas acadêmicos de todo o mundo. Scholarpedia se inspira na Wikipédia e tem como objetivo fornecer um tratamento aprofundado aos conteúdos acadêmicos.

Academia.edu  é uma plataforma para que os acadêmicos possam compartilhar seus trabalhos de pesquisa. São mais de 33 milhões de acadêmicos inscritos, 10 milhões de artigos e aproximadamente 2 milhões de pesquisas adicionadas.

Springer Link – proporciona aos pesquisadores acesso a milhões de documentos científicos de revistas, livros, séries, protocolos e trabalhos de referência.

RefSeek – é um mecanismo de busca na web para estudantes e pesquisadores que visa tornar a informação acadêmica acessível a todos. RefSeek busca em milhões de documentos, incluindo páginas da web, livros, enciclopédias, revistas e jornais. Oferece aos estudantes uma ampla cobertura de assuntos sem sobrecarregar o mecanismo de busca, aumentando assim a visibilidade de informações acadêmicas, muitas vezes perdidas em links patrocinados e resultados comerciais.

CERN Document Server – acesso a artigos, relatórios e conteúdos multimídia sobre física de partículas.

Microsoft Academic – é um mecanismo de busca gratuito para publicações e conteúdos acadêmicos. A pesquisa é semântica, fornecendo resultados relevantes e atualizados.

JURN – é uma ferramenta de busca única para encontrar artigos acadêmicos e livros gratuitos. Oferece um ampla cobertura de revistas eletrônicas nas áreas de artes e humanidades e do mundo natural e ecologia. JURN aproveita ao máximo o Google, mas concentra sua pesquisa através de um índice desenvolvido e aperfeiçoado por seis anos pela equipe do site.

Ciencia.Science.gov – busca em mais de 60 bases de dados e em mais de 2.200 sites de 15 agências federais, oferecendo 200 milhões de páginas de informação científica dos Estados Unidos, incluindo resultados de pesquisa e desenvolvimento.

BASE – Bielefeld Academic Search Engine. É um dos buscadores com mais quantidade de informação do mundo, especialmente para recursos acadêmicos de acesso aberto, desenvolvido pela Biblioteca da Universidade de Bielefeld na Alemanha. BASE oferece mais de 80 milhões de documentos de mais de 4.000 fontes, com acesso a textos completos de aproximadamente 60-70% dos conteúdos indexados.

ERIC – disponibiliza recursos relacionados à educação atual para a pesquisa e a prática.

ScienceResearch.com – coloca à disposição do público a sua tecnologia capaz de pesquisar na “deep web” e fornecer resultados de qualidade, apresentando conteúdos de outros sites de pesquisa. Os resultados são obtidos nas 300 coleções de ciência e tecnologia, eliminando os conteúdos duplicados e mostrando por relevância as informações, conforme a pesquisa.

iSEEK Education – é um buscador específico que reúne diversos recursos de universidades, do governo e dos provedores não comerciais estabelecidos. Proporciona uma pesquisa inteligente e uma biblioteca pessoal baseada na web para ajudar a localizar rapidamente os resultados mais relevantes.

Fonte: Julián Marquina

Publicado em Tempo

Mapa de Fluxo de Estágios/Convênios – Coordenação de Extensão – Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia – Campus Blumenau – IFC.

 

Clique aquí para acessar o mapa de Fluxos dos Estágios. ( com links para formulários )

 

Resultado de imagem para Extensão IFC

 

Publicado em Tempo

Mais de 400 ferramentas de gestão de pesquisa disponíveis para pesquisadores

typical workflow

Em um esforço contínuo para traçar a mudança do panorama da comunicação acadêmica e científica, cientistas da Universidade de Utrecht, Holanda, realizaram um levantamento entre os pesquisadores [1] em 2015, tendo como foco o uso de ferramentas de gestão de pesquisa. Na edição de 2015, foram elencadas 101 ferramentas/sites de gestão das atividades de pesquisa – apenas aquelas que representavam uma inovação – a partir do questionário aplicado a mais de 20 mil pesquisadores de cerca de 100 organizações (universidades e editores). Desde então, os resultados foram apresentados em diversas conferências e webinars.

Em 2016/2017, os autores da pesquisa continuaram suas análises e aprimoramentos: atualizaram o site, traduziram as informações para seis idiomas e disponibilizaram a lista completa de mais de 400 ferramentas/sites de gestão de pesquisa, além de ferramentas de interoperabilidade, uma lista que não se restringiu ao critério da inovação e foi organizada de acordo com os fluxos de trabalho e fases da atividade de pesquisa.

Preparação (Preparation), Descoberta(Discovery),Análise (Analysis), Escrita(Writing),Publicação(Publication),Divulgação(Outreach) e Avaliação(Assessment) são componentes do fluxo de atividades do pesquisador/autor e há várias ferramentas gratuitas (e outras pagas) relacionadas à gestão das atividades de pesquisa. Confira o uso das ferramentas e os links em cada fase da pesquisa. Ao final, é apresentado um resumo das principais tendências, expectativas, incertezas, oportunidades e desafios para a gestão das atividades de pesquisa.   

101_Tools

A seguir, algumas das ferramentas/sites mais votadas pelos pesquisadores são apresentadas, de acordo com a fase do ciclo de pesquisa. Veja a seleção aqui ou consulte a Lista completa das ferramentas/sites de gestão de pesquisa

research phases

== PREPARAÇÃO (PREPARATION) ==

Preparation phase

== DESCOBERTA (DISCOVERY) ==

Discovery_double

== ANÁLISE (ANALYSIS) ==

Analysis_double

== ESCRITA (WRITING) ==

Writing_double

== PUBLICAÇÃO (PUBLICATION) ==

Pubication_double

== DIVULGAÇÃO/VALORIZAÇÃO (OUTREACH/VALORIZATION) ==

Outreach_double

== AVALIAÇÃO (ASSESSMENT) ==

Assessment_double

== PERFIS DOS PESQUISADORES ==

De acordo com a pesquisa realizada, exemplos típicos de fluxo de trabalho de pesquisa vão do Tradicional, Moderno, Inovador, Experimental, Google ao NPG/Macmillan, dependendo do perfil do pesquisador. De 2015 a 2016, esses perfis se mantiveram e foram adicionados o perfil Google e o perfil NPG/Macmillan. Para detalhes e links destas ferramentas, consultar o artigo “Ferramentas de gestão de pesquisa disponíveis para os pesquisadores” ou o website da pesquisa.

== RESUMO == 

Distintas ferramentas de gestão de pesquisa podem ser utilizadas em cada fase da pesquisa para buscar informações ou descobrir oportunidades, comunicar, identificar-se e estabelecer networking, colaborar, discutir, organizar, publicar, visualizar, divulgar, revisar, preservar e mensurar o impacto da produção de pesquisa de maneira eficaz. Constantemente, novas ferramentas estão sendo desenvolvidas pelos próprios pesquisadores, pequenas empresas ou grandes players, conforme refletido na lista atualizada. Ainda que a oferta seja grande, há demandas não atendidas.

As mudanças nesse panorama são impulsionadas pela tecnologia, pelas políticas e pela cultura mas, no final, só ocorrem porque os pesquisadores e outras partes interessadas decidem adaptar seus fluxos de trabalho ou recomendar mudanças a outros. Sendo assim, o panorama da comunicação científica e acadêmica é, em grande medida, modificada pelo uso de ferramentas de gestão das atividades e fluxos de pesquisa. Os resultados mais recentes acabam de ser publicados.

O acesso aberto chega com força também nas ferramentas de gestão da pesquisa, estabelecendo fluxos de atividades mais complexos e integrados.

Tools_Research_Open

Como tendência geral, destaca-se o uso de ferramentas de descoberta baseadas em redes sociais, em um ambiente científico direcionado por dados e por uma ciência coletiva. A escrita, cada vez mais será realizada e aprimorada a partir da colaboração online. A tendência de publicação de documentos e dados de pesquisa em acesso aberto veio para ficar. Com relação à divulgação, as redes sociais científicas serão cada vez mais utilizadas, enquanto se fortalece a avaliação e uso de métricas em nível dos artigos.

Em termos de expectativas, espera-se o aumento da importância de ferramentas de descoberta de dados de pesquisa, maior oferta de ferramentas de análise online, maior integração entre a publicação e as ferramentas de avaliação, com maior uso da máxima “publique antes, julgue depois”. Há também uma expectativa de aumento do uso das métricas alternativas e abertura dos processos de avaliação por pares pós-publicação.

Persistem algumas incertezas em relação ao suporte dado à busca de textos completos e à mineração de dados. Também é incerta a disposição geral dos cientistas de compartilharem suas pesquisas na fase das análises e em aceitar a colaboração online na redação. Outra questão que gera insegurança é o efeito dos status das publicações na pesquisa e os requerimentos das agências de fomento e financiadores. Com relação à avaliação, surge a pergunta: quem vai pagar pela avaliação por pares (peer review) e como isso pode afetar o processo de pesquisa como um todo?

As análises também revelaram oportunidades: a descoberta baseada em textos completos em acesso aberto, a análise apoiada em notas de laboratório abertas, uso de marcação semântica durante a escrita e citação, formatação da publicação do ponto de vista do leitor, uso de repositórios para a visibilidade institucional, utilização de identificadores de autor e de afiliação.

Desafios: busca semântica (conceitos e relações), reprodutibilidade das pesquisas, gestão da segurança e privacidade da escrita online, globalização do processos de publicação e acesso a padrões, fazer do processo de divulgação uma discussão de mão dupla, aprimorar a qualidade das ferramentas de avaliação.

Desenvolvimentos mais importantes em longo prazo: aprimoramento das bases de dados multidisciplinares baseadas em citações, análise direcionada por dados e pela colaboração, plataformas de escrita online, publicação em acesso aberto.  Com relação à divulgação, mais e melhores perfis (profiles) de pesquisadores devem ser desenvolvidos. Quanto à avaliação, aumenta cada vez mais a importância da relevância social da pesquisa, assim como as contribuições não publicadas.

Desenvolvimentos potencialmente mais revolucionários: descoberta baseada em busca semântica e recomendações sociais/contextuais, ciência aberta, integração das ferramentas de escrita online e a publicação, contornar o cenário imposto pelos publishers tradicionais, acesso público aos achados científicos, inclusive para configurar uma agenda de pesquisa, superar simples indicadores quantitativos.

workflow phases

== Notas ==

[1] O questionário foi traduzido para seis idiomas e respondido por 20.663 pessoas, entre 10 de maio de 2015 e 10 de fevereiro de 2016, e perguntou sobre o uso de ferramentas em 17 atividades de pesquisa e a posição em relação ao acesso aberto e ciência aberta. Do Brasil, foram 489 respondentes. Os dados demográficos completos da pesquisa também estão disponíveis.

== Referências ==

INNOVATIONS in Scholarly Communication survey – dashboard. Disponível em: <http://dashboard101innovations.silk.co/> Acesso em: 04 janeiro 2016.

KRAMER, B. ; BOSMAN, J. Innovations in scholarly communication – global survey on research tool usage F1000Research 5:692 – 2016. doi: 10.12688/f1000research.8414.1

DUDZIAK, E.A. Ferramentas de gestão de pesquisa disponíveis para os pesquisadores. 2015. Disponível em: <http://www.sibi.usp.br/noticias/ferramentas-gestao-pesquisa-gratuitas-disponiveis-pesquisadores/> Acesso em: 04 janeiro 2017.

Como citar este post [ABNT/NBR 6023/2002]:

DUDZIAK, E.A. Mais de 400 ferramentas de gestão de pesquisa disponíveis para os pesquisadores – edição 2017. Disponível em: <http://www.sibi.usp.br/?p=9001> Acesso em: DD mês. AAAA.

Via sibi.usp.br

 

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Toda ambiguidade será punida.

“Nós estamos sempre voltando e indo, não raro em frenesi nesse indo voltando !”

Uso das licenças que me deram, todas que consegui …

Segue  !

 

Fabiano Oliveira.

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Voltamos !

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